SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Após a decisão do ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal), que libera prefeitos para oferecer transporte de graça aos eleitores, a Fetronor (entidade que representa empresas de ônibus em Pernambuco, Paraíba e no Rio Grande do Norte) disse que não vai arcar sozinha com a gratuidade do transporte público no 2° turno.
"As empresas operadoras de transporte não podem, sob qualquer hipótese, operar ofertando o transporte gratuito, sem a garantia de pagamento por parte de quem o ordenar", diz a Fetronor em nota.
Na terça (18), Barroso autorizou administrações municipais e concessionárias de transporte público a fornecerem o transporte gratuitamente, sem que os gestores ficassem sujeitos a acusações de crime eleitoral ou improbidade. A ideia é garantir aos eleitores o direito de votar.
Nesta quarta (19), o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), disse que não pretende liberar ônibus de graça para eleitores da capital.

