Silvio Santos estava internado no hospital Israelita Albert Einstein desde o início de agosto. A causa da morte foi a broncopneumonia decorrente da infecção pelo vírus H1N1.
A emissora norte-americana ABC News republicou um texto da agência Associated Press . "Silvio Santos, executivo de televisão brasileiro e apresentador conhecido pelo bordão quem quer dinheiro?, morreu após uma carreira de décadas sob os holofotes", escreveu a AP .
No Canadá, o mesmo texto foi reproduzido pela versão local do portal de notícias Yahoo! News. "Santos era dono da rede de TV SBT e criou diversos shows de variedades. O mais famoso deles levava seu nome e era apresentado por ele desde 1963. Recentemente, passou a ir ao ar nas noites de domingo", diz um trecho.
Leitores de língua chinesa foram informados sobre a morte do empresário carioca pela agência Mandarinian, que reproduziu o texto da AP .
A agência Reuters , uma das maiores do mundo, fez referência à trajetória de Abravanel. "O magnata de mídia brasileiro Silvio Santos, que foi de vendedor de rua a dono de um império dos negócios e que inclui um dos maiores canais de TV do país, morreu aos 93 anos, noticiou a emissora SBT neste sábado".
Na Turquia, o tema foi tratado pelo site local Gazete Istanbul , que também republicou o texto da AP .
Em Portugal, o óbito do empresário foi noticiado pelo Diário de Notícias . "Silvio Santos era o nome artístico de Senor Abravanel, um carioca filho de judeus imigrados no Brasil. Desde cedo, tinha talento para lidar com o público. Trabalhou como camelô nas ruas, um tipo de vendedor ambulante popular no Brasil, e entrou na comunicação a fazer locuções para rádio", escreveu o jornal português.
Em língua alemã, o assunto foi abordado pela agência de notícias Agência Latina Press , que produz conteúdo em alemão sobre países da América Latina.
A morte do empresário teve ampla cobertura nos países de língua espanhola. Na Argentina, foi abordada pelos dois principais jornais. O La Nación chamou Santos de "lenda do entretenimento brasileiro", ao reproduzir o texto da AP .
Já o Clarín destacou a ampla repercussão do tema no Brasil. "Personalidades do mundo da cultura e da política não tardaram em expressar as suas condolências à família do comunicador, dona de um sorriso permanente e de um carisma inquestionável e cuja presença na televisão brasileira era uma constante desde a década de 1960", publicou o jornal argentino, reproduzindo texto Agência EFE .
Na Espanha, o El País destacou reportagem da correspondente do jornal no Brasil, Naiara Galarraga Gortázar. "O Brasil inteiro - velhos e jovens, das cidades ou dos enclaves rurais, fãs de samba ou sertanejo, de esquerda ou de direita - lamenta neste sábado o apresentador que durante décadas reinou nas noites de domingo na telinha, o mais influente da televisão brasileira, o empresário que começou como vendedor ambulante e construiu um império de comunicação tendo o canal SBT como carro-chefe", diz um trecho.
No Paraguai, o jornal ABC Color também reproduziu texto da Agência EFE . "(Santos) sempre foi um dos nomes de peso na grade dominical, onde performava como ninguém com seu talento para lidar com gente e seu atrevimento, capturando a atenção das massas", diz um trecho.
O texto da EFE foi reproduzido ainda pelo jornal mexicano, El Universal .



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