Em 2020, a Organização Mundial da Saúde classificou o comportamento sexual compulsivo, mais conhecido como vício em sexo, como um distúrbio de saúde mental. Ainda assim, várias instituições internacionais, como a Associação Americana de Psiquiatria, ainda não consideram a hipersexualidade como um problema de saúde.
Uma equipe de pesquisadores suecos revelou que a origem da condição pode estar em uma mudança no DNA que aumenta a produção de hormônio ocitocina, também conhecido por hormônio do amor. O excesso da substância faz com o indivíduo se sinta atraído por várias pessoas ao mesmo tempo, o que o leva à procura compulsiva por sexo.
Para os cientistas, os novos resultados confirmam que a hipersexualidade é de fato um transtorno mental e deve ser tratado como qualquer outra forma de vício. Esse estudo foi importante pelo fato de que 3% a 6% da população mundial sofre com o distúrbio.


