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Consumo de ômegas na atividade física

- As doenças cardiovasculares lideram o ranking de morbidade e mortalidade mundial e de acordo com as pesquisas a atividade física regular de leve a moderada e o consumo adequado de ômegas (ácidos graxos poliinsaturados) podem ajudar na prevenção e tratamento dessas doenças. Normalmente elas aparecem devido à uma queda na produção de óxido nítrico (vasodilatador) e um aumento dos radicais livres (estresse oxidativo) decorrente da rotina estressante e da dieta rica em gorduras e açúcares. O exercício físico regular melhora a defefa antioxidante do organismo além de melhorar a perfusão sanguínea. O estresse oxidativo tem sido associado à diminuição da performance, fadiga, dano muscular e excesso de treinamento. Alguns alimentos ajudam a diminuir esse estresse e dentre eles estão os ricos em ômegas. A ingestão adequada de ômega- 3 e ômega-6 têm demonstrado causar alterações no perfil lipídico, diminuindo os triglicerídeos e aumentando o HDL, além de mediar a produção de citocinas inflamatórias e o estresse oxidativo. Estudos sugerem a hipótese de que o consumo de ácidos graxos poliinsaturados melhorem a plasticidade neuronal, portanto melhoram a capacidade da aprendizagem do exercício físico o que leva a melhora do desempenho e, induzam a proliferação de mitocôndrias causando um efeito ergogênico, além de melhorar a inflamação ocasionada pós exercício físico. Mais estudos devem ser feitos elucidando a relação do consumo de ácidos graxos poliinsaturados beneficiando a prática de exercícios físicos. Referência: PINHO, R.A. de. Doença arterial coronariana, exercício físico e estresse oxidativo. Arq Bras Cardiol, v.94, n.4, p.549-555, 2010. SANTOS, R.D. et al. I Diretriz sobre o consumo de gorduras e saúde cardiovascular. Arq Bras Cardiol, v.100, n.1, suppl.3, 2013. Por Joyce Rouvier

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