Para quem ainda tem dúvida do poder de superação do turismo, em 2022 o setor conseguiu driblar muitas dificuldades e movimentou, por meio do turismo corporativo, R$ 11,2 bilhões. O valor foi só 1,6% aquém do registrado em 2019, período pré-pandemia, o que, na minha opinião, demonstra a robustez e força dessa indústria.
Nesse ano, não tenho a menor dúvida de que o turismo corporativo vai voar ainda mais alto. Os negócios devem avançar ainda mais, o país deve atrair mais investimentos e esses são fatores vão impulsionar o segmento, com reflexos na rede hoteleira, transportes aéreo e terrestre, gastronomia, espaço de eventos, comércio, locação de veículos e, claro, agências de viagens e até a busca por guias de turismo, pois mesmo quando se viaja a negócios, sempre sobra um tempinho para passear.
Por isso, estou otimista sobre o quão positivo 2023 será para o turismo e o Amazonas também deve levar vantagem, principalmente com o aquecimento do Polo Industrial de Manaus (PIM). Aqui estão instaladas grandes multinacionais, muitas delas dispostas a investir, gerar mais negócios e, consequentemente, impulsionar o turismo corporativo, com a presença de executivos de várias partes do mundo.
Como sempre digo, o turismo é uma indústria “enxerida” por estar em todo lugar, inclusive na área corporativa. É um segmento gerador de oportunidades e precisa apenas de atenção e captação de eventos de negócios (feiras, exposições e congressos), por meio do Poder Público (Governo do Estado e Prefeitura de Manaus), que podem ser realizados em espaços como o Centro de Convenções Vasco Vasques, Arena da Amazônia, Vila Olímpica, Sambódromo, entre tantos outos.
Por um país como destino de negócios, Turismo Eu Acredito!


