O turismo está por toda parte, até mesmo em eventos e momentos de “pesar”. A prova disso foi o funeral da rainha Elizabeth II, morta aos 96 anos, no dia 8 de setembro. A “despedida” foi acompanhada por milhares de pessoas, sendo que estimativas apontam que, aproximadamente, um milhão de pessoas passaram por Londres para dar o último adeus à rainha.
Desta forma, afirmo que, mesmo em um momento de tristeza, o turismo se fez presente e beneficiou a economia local. O gasto diário de um turista na Inglaterra, em média, é de 50 Libras Esterlinas — na cotação atual, convertido em Real, o valor equivale a R$ 288. O gasto reflete em diversos setores da economia, como, principalmente, a rede hoteleira, transporte, comércio e alimentação.
Momentos históricos atraem turistas, mesmo que tristes ou trágicos. Além da Inglaterra, alguns lugares do mundo também atraem “olhares” turísticos por terem em suas histórias tragédias, catástrofes e acidentes, como é o caso dos Estados Unidos — que, por conta da queda do World Trade Center, em 11 de setembro de 2001, ergueu o memorial Torres Gêmeas, em memória das vítimas do atentado — e a Alemanha, que, em Berlim, construiu o Memorial do Holocausto, uma forma de “lembrar” os judeus vítimas do Holocausto.
O Memorial Torre Gêmeas já é um dos pontos mais visitados dos Estados Unidos, assim como o Memorial do Holocausto, inaugurado em 2005, também atrai a atenção de turistas do mundo inteiro, além de ser a comprovação da das atrocidades cometidas pelo Nazismo. As histórias nem sempre são “felizes”, mas tornam-se referência e despertam a atenção do turista e marcam o turismo.
A indústria turística está em todas as situações e, por isso, Turismo Eu Acredito!







