Chegou junho, mês no qual o turismo de eventos brasileiro, além de “pular fogueira”, vai dar um salto no faturamento. Isso porque no período, o setor deve faturar R$ 6 bilhões, valor 76% superior ao registrado nos “arraiás” de 2022, o que chancela as festas juninas como um dos maiores impulsionadores do turismo nacional, com a movimentação da economia e geração de emprego e renda.
Caruaru (PE), Campina Grande (PE), Petrolina (PE) e Mossoró (RN) são as cidades que mais vão “lucrar” com as festividades e devem atrair milhares turistas do mundo inteiro. Pernambuco e Rio Grande do Norte poderiam servir de exemplo para outros Estado brasileiros, inclusive ao Amazonas, no que diz respeito às festas juninas como atrativo turístico. Temos o Festival Folclórico de Parintins, mas podemos e temos potencial para mais.
Diante do “valor” dos arraiais, municípios como Borba (onde acontece as festividades de Santo Antônio de Borba), Canutama (com os festejos de São João Batista), Humaitá (Festa de Santo Antônio) e até Manaus, onde ocorre o Festival Folclórico do Amazonas, poderiam começar “limpar a vista” para enxergar as festas juninas como produtos turísticos. Isso depende apenas do Poder Público, que precisa ampliar as possibilidades de desenvolvimento econômico por meio do turismo de eventos.
Se começarmos a seguir a cartilha das cidades nordestinas, o retorno será garantido, já que potencial nós temos para atrair turistas com as nossas festas juninas. Tudo isso depende, claro, do “olhar” e do investimento destinados às festividades juninas e, por isso, afirmo ser fundamental começarmos a olhar as possibilidades que quadrilhas, “barracas de beijo”, comidas típicas e os arraiais podem proporcionar ao nosso Amazonas com a mais turistas, além de mais emprego e renda ao povo amazonense. Precisamos começar a nos ligar!
Pela valorização das festas juninas como produtos turísticos, Turismo Eu Acredito!


