A temporada de pesca esportiva no Amazonas está aberta e ver o entusiasmo de quem aposta no Amazonas para essa modalidade turística é de encher os olhos. Falo isso porque, recentemente, quando voltava de São Paulo para Manaus, presenciei, ainda no avião, a alegria de vários turistas que aqui desembarcaram em busca do “ouro renovável da Amazônia”, o tucunaré.
Com varas, tubos e malas de pesca, os pescadores desceram do voo com uma empolgação contagiante, fugindo de toda a poluição sonora e digital de suas cidades para passar, pelo menos, uma semana nos nossos rios abençoados. Tudo isso significa muito para o Amazonas, principalmente para cidades do interior como Barcelos, São Sebastião do Uatumã, Autazes, Presidente Figueiredo, Parintins, Maués, São Gabriel da Cachoeira, Manaus e tantos outros.

Ao todo, o Estado conta com 25 municípios-polos dessa modalidade turística, que movimenta, nessas localidades, aproximadamente R$ 400 milhões, por temporada. É o poder dessa atividade que faz a alegria dos pescadores e do povo do interior, com a circulação de dinheiro no comércio, nos restaurantes, na rede hoteleira e beneficia a população com mais emprego, renda e dignidade.
Por meio da pesca esportiva, todos só têm a ganhar e o desempenho da atividade precisa ser massificado para a alegria de todos ir mais além. O Poder Público precisa investir na infraestrutura dos municípios-polos de pesca esportiva, com melhorias de portos e aeroportos, saneamento básico, incentivos para rede hoteleira e restaurantes, além de criar um programa específico de promoção voltado à atividade para, assim, garantir a alegria todos.
Pela “alegria” da pesca esportiva, Turismo Eu Acredito!






