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Especialista alerta para as doenças que aparecem com a subida dos rios

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 Especialista alerta para as doenças que aparecem com a subida dos rios
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O período da enchente dos rios traz consigo doenças como febre tifoide, hepatite A, leptospirose, infecções e diarreias, entre outras patologias mais comuns nessa época do ano e é preciso ficar atento para evitá-las adotando medidas de prevenção, principalmente com as crianças.

 “Além dessas enfermidades, também é acentuado o número de casos relacionados a vírus, bactérias e protozoários em decorrência do consumo da água imprópria”, explica o Pediatra do sistema Hapvida Saúde, Derli Gouvea.

Segundo ele, a água é o principal meio de transmissão e propagação de doença devido a utilização indevida para lavar louça, para cozinhar alimentos, refeição ou uso em outros afazeres domésticos pela população ribeirinha.

As crianças são as maiores vítimas destes problemas, uma vez que, são comuns as brincadeiras e mergulhos em zona de risco como igarapés e áreas próximas. As autoridades chamam a atenção também para proliferação de focos do mosquito da  dengue e também da malária. O acúmulo de lixo nas casas e arredores, também pode ajudar a proliferar essas doenças, pois atraem roedores que urinam no local, tornando-o uma fonte para a leptospirose.

De acordo cm Derli Gouvea, a malária também desponta como uma das  doenças quem mais atingem a população, transmitida através do mosquito Anopheles. A enfermidade causa febre alta, calafrio, dores de cabeça e musculares, taquicardia e aumento do baço, é uma doença extremamente perigosa e pode levar a morte se não for diagnosticada e tratada com rapidez.

Doenças de pele (dermatite), gastrenterites, verminoses e conjuntivites também costumam se proliferar rapidamente durante a cheia. Para evitar problemas de saúde, o médico do Hapvida orienta o uso de hipoclorito de sódio na água para purificar o líquido antes de lavar os alimentos ou beber.

O especialista do Hapvida Saúde também destaca alguns cuidados básicos que minimizam o risco de contágio: “Manter os alimentos em recipientes resistentes e bem lacrados; manter a casa em ordem e limpa, desprezando de forma adequada os restos de alimentos (inclusive dos de animais de estimação) e lixo; fazer uso de luvas e botas de borracha ao fazer a limpeza da casa ou ao entrar em contato com a água inundação. Não esquecer a higiene pessoal e do uso de álcool 70%, sempre que possível, para a desinfecção  das mãos, Não esquecer, também, que a caixa d’água deve ser limpa e desinfetada com frequência”.

Em caso de picadas ou ataques de animais peçonhentos, a pessoa deve procurar imediatamente um médico e jamais deve ingerir medicamento por conta própria.

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