BRASÍLIA - Um mês depois de prometer que o Rio seria o laboratório do Plano Nacional de Segurança, o presidente Michel Temer ainda não detalhou a ajuda federal ao estado, mas disse que não será nada "pirotécnico". Em 11 de maio, o governo anunciou que o Rio teria um núcleo de crise semelhante ao da Olimpíada, mas ainda não precisou orçamento, reforço de agentes ou equipamentos.
— Nós vamos começar, digamos assim, uma espécie de experimento muito sedimentado, que não será nada pirotécnico, mas algo muito sistematizado, muito organizado, planejado, para fazer operações inicialmente na cidade do Rio — declarou o peemedebista, na abertura de reunião com ministros, deputados e autoridades fluminenses, incluindo o governador, Luiz Fernando Pezão, e o prefeito, Marcelo Crivella.
O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sérgio Etchegoyen, já foi escalado para dar duas entrevistas à imprensa no último mês, mas só abordou linhas gerais. No último dia 11, ele disse que o Rio "não consegue resolver sozinho o problema da segurança pública". O Planalto promete ações de vários ministérios, inclusive medidas sociais para comunidades afetadas pela violência.




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