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PGR assina acordo de cooperação para combate ao crime organizado no Rio

BRASÍLIA - A Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, assinou nesta terça-feira um protocolo de intenções com os ministros da Justiça, Torquato Jardim, da Defesa, Raul Jungmann e da Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen, para o combate ao crime organizado no estado do Rio de Janeiro.

O acordo prevê a reunião e o compartilhamento de informações estratégicas, a formação de equipes para a atuação integrada em segurança pública e o monitoramento dessas ações. O foco de atuação seriam crimes federais como o tráfico internacional de arma de fogo e munições, tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro.

Durante o ato de celebração do acordo, o ministro da Defesa Raul Jungmann destacou a importância das ações para o estado do Rio de Janeiro.

— Nós estamos aqui integrando esforços, porque essa força-tarefa é uma ação de fato essencial e decisiva para o estado do Rio de Janeiro. O Rio de Janeiro vive um situação de vulnerabilidade, com uma sociedade encurralada e exposta. Hoje o crime organizado que se nacionalizou e transnacionalizou representa um lixo a sociedade, representa um lixo às instituições e representa um lixo à democracia e esse esforço aqui é uma resposta adequada, necessária, importante e decisiva para fazer frente a todas essas ameaças — declarou Jungmann.

As instituições que assinaram o protocolo vinham se reunindo nos últimos trinta dias para discutir a segurança pública no Brasil, em especial no estado do Rio. Segundo a procuradora-geral Raquel Dodge, a coleta de dados estratégicos é fundamental para desvendar crimes de alta complexidade:

— Nos reunimos diversas vezes para tratar da questão da segurança pública no Brasil, especialmente no estado no Rio de Janeiro e verificamos a necessidade de ações no estado. A troca de informações é necessária para que cada uma das instituições, nas suas atividades próprias, possam atuar em conjunto em prol da segurança pública e sobretudo no desvendamento de crimes federais que atingem, não só o Rio de Janeiro, mas todo o território brasileiro — afirmou Dodge.

*Estagiária sob supervisão de Paulo Celso Pereira

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