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Número de policiais no réveillon de Copacabana será igual ao do ano passado

RIO - Com a previsão de receber um público de três milhões de pessoas para assistir a queima de fogos e o show da virada, o réveillon de Copacabana terá um efetivo de 1.900 policiais militares, número semelhante ao de 31 de dezembro de 2016 quando a Polícia Militar mobilizou 1.910. A informação foi divulgada na tarde desta sexta-feira pelo coronel Lúcio Flávio Baracho, chefe do Estado-Maior da corporação, corrigindo números apresentados de manhã pelo porta-voz da PM, major Ivan Blaz. Mais cedo a PM chegou a divulgar que o efetivo empregado na virada este ano seria 5% menor que no ano anterior.

Segundo o coronel Baracho, além de 1.822 PMs deslocados para Copacabana, haverá reforço no policiamento ostensivo com equipes da Corregedoria, da Inteligência, do Comando da Capital e do Estado Maior.

—Estamos empregando um sistema que nunca foi empregado antes, inclusive com a presença do chefe do Estado-Maior. Estamos fazendo um grande cerco no bairro, com 64 viaturas — afirmou Baracho.

O chefe do Estado-Maior revelou que mesmo com a redução ao longo do ano do efetivo da PM no estado, a presença de um número suficiente de policiais militares na orla está mantido nos patamares da virada em 2016.

— Teremos 67 viaturas, com 540 policiais fazendo a operação na Rocinha. Esse efetivo complementar foi para suprir não só a perda de efetivo, mas essa grande operação aqui (na Favela da Rocinha — afirmou o coronel.

Em todo o estado, a PM revelou que terá 12.700 policiais e contará com 1.393 veículos para garantir a segurança da festa. A Polícia Militar vai atuar a partir de 8h de domingo, dia 31.12, até o primeiro dia do ano, com atenção especial para a orla do Rio, Niterói, Região dos Lagos e Costa Verde. Segundo a corporação, houve um aumento de 19,6% do efetivo, em comparação com o ano passado, quando foram empregados 10.694 policiais. A PM revelou que existe uma preocupação com a Favela da Rocinha. O Estado-Maior da PM, responsável pelo plano, montou uma força-tarefa com a participação de efetivos e equipamentos de todos os batalhões da Região Metropolitana e do Interior, como também de unidades do Comando de Policiamento Especializado (CPE) e do Comando de Operações Especiais (COE).

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