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Jungmann diz que ação individual da PM na Rocinha não é falha de integração

BRASÍLIA — O ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse que o tiroteio na Rocinha nesta quinta-feira contra policiais militares do Rio, no mesmo dia em que uma operação somente com tropa federal foi deflagrada no estado, não é sinal de falta de integração entre as equipes locais e as da União. Segundo ele, os órgãos de segurança do Rio “tocam o tempo inteiro” operações individualmente e, no caso de favelas, podem ou não solicitar o auxílio das Forças Armadas para fazer o isolamento no entorno da área.

Jungmann disse não ter conhecimento de participação de homens das Forças Armadas na Rocinha e nem de pedido prévio de atuação por parte da Secretaria de Segurança fluminense. A assessoria do ministro se comprometeu a levantar se houve alguma solicitação ou aviso da operação. Jungmann afirmou que a operação deflagrada hoje só conta com agentes federais — Forças Armadas e Polícia Rodoviária Federal — porque ocorre em rodovias de jurisdição da União. Questionado se há falta de integração, negou:

— Não. Nós estamos atuando numa área estritamente federal, por isso estamos fazendo singularmente. No caso da Rocinha, foi uma ação que resolveram tocar do lado de lá. Mas eles tocam o tempo inteiro. Quando não estamos na rua, as polícias (do Rio) continuam trabalhando.

O ministro disse ainda qual é a função dos militares das Forças Armadas, quando são chamados a participar:

— Como temos grande número de homens, podemos isolar a área. E aí libera o pessoal das polícias para fazer busca e apreensão, prisão, enquanto nós fazemos o cerco.

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