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Ex-comandante da Guarda Municipal não vai mais coordenar reboques da cidade

O capitão da Polícia Militar, Rodrigo Fernandes Queiroz. ex-comandante da Guarda Municipal, não vai mais chefiar da Coordenadoria de Fiscalização e Reboques da Subsecretaria de Operações da Secretaria de Ordem Pública (Seop), conforme previa resolução publicada nesta segunda-feira no Diário Oficial do Município. O secretário de Ordem Pública, coronel Paulo Cezar Amendola, alegou no fim da tarde desta segunda-feira, que houve um equívoco no processo burocrático da nomeação. Segundo Amrndola, cada cargo recebe um código de identificação. Segundo Amendola, Rodrigo Fernandes trabalhará em funções estratégicas internas da Seop e que jamais teve a intenção de indicar o capitão para o cargo.

— Houve um erro na nomeação. Eu já tinha escolhido outra pessoa para cuidar dos reboques. Vou usar a experiência dele no planejamento de ações de segurança. Outros oficiais da PM também estão desempenhando função semelhante na Seop. Foi um equívoco. Não tem que culpar ninguém pelo erro na nomeação. É irrelevante — disse Amendola.

Na semana passada, a secretaria municipal de Transportes deu uma explicação parecida ao justificar o cancelamento da nomeação da merendeira e cantora gospel Nilzimar Higino reira indicada para assistente na Secretaria Municipal de Transportes. Em nota, a secretaria informou que a vaga exigia o ensino médico completo. mss, só depois, reparou que a servidora não se enquadrava na função. Além disso, alegou a secretaria, houve um erro de digitação com relação ao código de nomeação, que não foi corrigido a tempo da publicação em Diário Oficial.

Em fevereiro do ano passado, quando comandava a Guarda Municipal, o capitão Fernandes foi identificado por imagens de vídeo, como o guarda municipal que agrediu a cassetetes um homem desarmado, que seria ambulante, durante uma operação de controle urbano, em Santa Cruz, na Zona Oeste. Depois do episódio, o capitão não foi devolvido para a PM, como era a intenção original. Fernandes foi trandferido para a Seop onde ficou atuando em serviços internos.

Uma sindicância foi instaurada, mas não chegou a qualquer conclusão. O suposto ambulante não foi localizado, e a equipe responsável pela sindicância não encontrou registro de ocorrência sobre o ocorrido. Mas devido à repercussão do caso, ele não voltou a ocupar cargo estratégico em 2016. Apesar de o incidente só ter vindo a público em fevereiro do ano passado, o episódio aconteceu em dezembro de 2015.

— As investigações concluíram que ele era inocente. Fernandes foi investigado e a conclusão é que ele é ficha limpa — disse o secretário de Ordem Pública

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