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Cinco perguntas sobre o futuro financeiro do servidor público do Rio

RIO - Após um longo período de espera, o governador Luiz Fernando Pezão assinou nesta quinta-feira, em Brasília, o contrato com o banco BNP Paribas, responsável pelo empréstimo de R$ 2,9 bilhões ao Rio. Segundo Pezão, também foi dado o aval do Ministério da Fazenda, última burocracia que restava para concretizar o acordo. Agora, com a expectativa da maior parte do dinheiro (R$ 2 bilhões) ser depositado na conta do estado em três dias úteis, O GLOBO lista cinco perguntas sobre a situação financeira do servidor público fluminense.

De acordo com a Secretaria estadual de Fazenda, após a publicação do aval da União em Diário Oficial, o empréstimo cairá na conta do governo em três dias úteis. O valor recebido, no entanto, será de R$ 2 bilhões. A parcela restante (R$ 900 mil) serpa repassada em até 60 dias.

Mais de 200 mil servidores estão com os salários de outubro e novembro atrasados, sem contar o 13° de 2016.

Não está claro. O secretário estadual de Fazenda, Gustavo Barbosa, prometeu que o pagamento dos servidores será feito no mesmo dia em que os recursos chegarem aos cofres. Segundo Pezão, porém, durante “a próxima semana, antes do Natal”, o estado repassará os recursos para os servidores.

O governador do Rio afirmou que ainda serão feitos cálculos para saber que vencimentos atrasados poderão ser pagos com os recursos. Ele garante, entretanto, que todos os recursos serão destinados aos servidores.

Luiz Fernando Pezão reconheceu que o benefício deste ano ainda não tem data para ser depositado. O governador do Rio disse que o estado ainda vai ter “muita luta”, mas que o governo deseja quitar o 13° de 2017 em janeiro de 2018.

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