RIO — Os riscos de chuva forte e alagamentos não mudaram a rotina de emissão de boletins e alertas do Centro de Operações da prefeitura na terça-feira. Os três boletins diários divulgados para a imprensa e publicados nas redes sociais foram mantidos. E nos três o COR informava que o município estava em estágio de atenção, segundo nível em uma escala de três. Às 18h, quando a chuva já havia se intensificado em vários bairros e já havia bolsões d’água e alagamentos em pontos da Zona Sul e parte da Tijuca, o Centro de Operações divulgou um boletim com o mesmo texto, informando que a região do Maciço da Tijuca havia concentrado o maior volume de chuvas. Não houve mudança para o estágio de crise, o que indica maior gravidade.
De acordo com o Alerta Rio, sistema de alerta de chuvas intensas e de deslizamentos em encostas da cidade, quando “as condições meteorológicas indicam a alta probabilidade de chuvas intensas sobre a cidade, é emitido um aviso em função da intensidade da chuva esperada. E cada aviso indica uma mudança de estágio do sistema. O estado de crise, diz o site da instituição, ocorre quando há “previsão de chuva forte, ocasionalmente muito forte nas próximas horas, podendo causar múltiplos alagamentos e deslizamentos, e transtornos generalizados em uma ou mais regiões da cidade. Nesta situação as equipes emergenciais da Prefeitura já estão atuando.”
Segundo o COR, o Rio de Janeiro havia entrado em estágio de atenção às 23h45min de segunda-feira, por causa da atuação de áreas de instabilidade, associadas aos ventos em altitude e à aproximação de uma frente fria. “Nas próximas horas, a previsão é de pancadas de chuva isoladas de intensidade variada, ocasionalmente fortes”, diz o texto.
No boletim das 18h, a previsão do tempo informava que uma frente fria chegava ao Rio de Janeiro deixando o tempo instável nas próximas horas. E que a previsão do final da tarde até o início da madrugada era de chuva moderada a forte.




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