E, segundo ele, parte da solução passa pela retomada das, nas palavras dele, 1.100 obras paralisadas no Estado hoje governado pelo tucano João Doria.
"O maior desafio de São Paulo é a geração de empregos e São Paulo tem 1.100 obras paradas. Infraestrutura gera empregos? Gera", disse Freitas, acrescentando que o Estado, como todo o Brasil, tem um déficit habitacional enorme, que precisa ser equalizado e que também gera empregos se forem feitas as obras de moradias.
Freitas participa desde às 18 horas de evento organizado pelo Ciesp de Guarulhos e região. O ministro se desincompatibilizará do Ministério da Infraestrutura no próximo dia 2 para poder concorrer ao Palácio dos Bandeirantes.


