Após afirmar que foi um "julgamento político, inconstitucional e imoral, com o intuito de cercear o sagrado direito universal da Liberdade de Expressão", mas sem citar o nome de Silveira, o general afirma que o decreto presidencial "restabeleceu o estado de direito". Segundo Barbosa, os ministros da Suprema Corte estão alinhados com o pensamento de políticos de esquerda, "que insistem no retorno ao poder de criminosos".
"Lamentável temos, no Brasil, ministros cujas togas não serviriam nem para ser usadas como pano de chão, pelo cheiro de podre que exalam", afirma Barbosa, na nota. Em seguida, parabeniza o País pelos 522 anos de descobrimento "com renovada esperança de que a verdadeira democracia há de prevalecer".

