As menções positivas ao presidente Jair Bolsonaro (PL) nas redes sociais ultrapassaram as negativas pela primeira vez desde janeiro, estimuladas pelo aniversário do chefe do Executivo na segunda-feira (21). No entanto, a partir de terça-feira (22), as publicações desfavoráveis a sua imagem voltaram a exceder os 60%. A revelação feita pelo Estadão sobre a existência de um gabinete paralelo no Ministério da Educação (MEC) esteve no centro das discussões.
Como mostrou o Estadão , o MEC abriga um gabinete paralelo, com dois pastores que controlam a agenda do ministro da Educação, Milton Ribeiro, e indicam prefeituras para a liberação de verbas.
A repercussão do caso gerou impacto à imagem de Bolsonaro, que passou a ter seu nome envolvido em publicações sobre "corrupção" e "educação". Após o chefe do Executivo se pronunciar em defesa de Ribeiro, os apoiadores passaram a reduzir efeitos negativos. No entanto, o assunto continua em voga nas redes sociais. Nesta sexta-feira (25), 46,8% das conversas sobre o Presidente ainda ligam o seu nome ao esquema.
Menções aos Presidenciáveis
Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seguem dominando as redes e somam 87% do total de menções aos presidenciáveis no Twitter. Bolsonaro tem 41,5% das menções e Lula, 45,5%. O ex-juiz Sergio Moro (Podemos) segue em terceiro, com 8,2%, seguido de Ciro Gomes (PDT), com 3,4%.



