Durante a reunião, realizada a portas fechadas, o ministro André Mendonça 'ressaltou a audiência a importância dos acordos de leniência como instrumento de combate à corrupção' e ponderou que a 'conciliação não servirá para que seja feito um "revisionismo histórico"'. Para o ministro, a busca de consenso tem como objetivo assegurar que as companhias 'negociem com os entes públicos com base nos princípios da boa-fé, da mútua colaboração, da confidencialidade, da razoabilidade e da proporcionalidade'.
Os detalhes foram divulgados pelo Supremo Tribunal Federal.
O encontro contou com a participação de advogados de empresas como a Novonor (antiga Odebrecht), UTC, J&F, Braskem, Nova Engevix e Camargo Corrêa - alvos expoentes da Operação Lava Jato. Também integraram o debate o presidente do Tribunal de Contas da União Bruno Dantas, o subprocurador-geral Alexandre Camanho de Assis, integrantes da Advocacia-Geral da União e da Controladoria-Geral da União.
A lista de participantes da audiência também incuiu nomes da Funcef, da Caixa Econômica Federal, da SOG Óleo e Gás, PEM Engenharia e Setec Tecnologia, Samsung Heavy Industries, Petros, CR Almeida S/A Engenharia de Obras, Companhia Paranaense de Construção, MLR Locações de Máquinas, TV Maringá além de representantes do PSOL, Solidariedade e PCdoB (autores da ação em trâmite na Corte máxima).



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