A empresa relata ainda a destruição de parte do maquinário de produção, alojamentos, fechaduras e cadeados de portas, pichações e furtos de molhos de chaves, compressores, baterias, ferramentas, material de cozinha, mantimentos, alternadores e motores de trator, ônibus e caminhão. Os 550 trabalhadores ficaram quatro dias impedidos de trabalhar na colheita e manutenção dos pomares. Nesta quinta, eles tiveram de se ocupar da limpeza e reparo do que foi estragado.
Os danos ao meio ambiente em razão da violação de embalagens de defensivos agrícolas ainda estão sendo apurados. Após a quarta invasão nos últimos cinco anos, a empresa informou esperar que desta vez os autores sejam identificados e responsabilizados.

