"Vamos definir como serão as manifestações pela retomada da luta pelo fim do fator previdenciário, 40 horas semanais, reajuste para os aposentados, transporte público de qualidade e mais investimentos para saúde e educação", afirma o presidente da Força, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força.
A nota menciona ainda que a "luta contra a inflação, que está corroendo os salários dos trabalhadores, também estará presente nos atos". O texto termina destacando que o Dia Nacional de Lutas será realizado pelas centrais sindicais com a União Nacional dos Estudantes (UNE) e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).



