
“Vou sentir falta”, externou o pastor deputado Marcos Feliciano, ao repassar a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.
Após um período conturbado, com manifestações das mais diversas, o lugar hoje estava mais tranquilo. Deputados que, como forma de protesto deixaram de comparecer nas reuniões, voltaram a dar as caras, dentre eles Érika Kokay (PT-DF), Jean Wyllys (PSOL-RJ) e Luiza Erundina (PSB-SP).
“A beleza de nosso país está na democracia. Consegui provar que é posível suportar a pressão e permanecer. Fizemos um trabalho aqui na medida do possível, do ponto de vista dos deputados que vieram para a comissão, positivo. Trabalhamos intensamente e agora é hora de passar o bastão para o outro e que o outro faça um trabalho tanto quanto ou melhor que o nosso”, concluiu Feliciano.
Ele continua com membro da Comissão e irá se concentrar mais em sua reeleição.



