O gabinete de transição do presidente eleito, Jair Bolsonaro, começou a tomar forma nesta segunda-feira com a nomeação de 27 indicados, todos homens , para a equipe que atuará sob a coordenação do ministro extraordinário Onyx Lorenzoni . Com 50 cargos disponíveis, o presidente terá uma equipe técnica composta por juristas, economistas, militares e assessores parlamentares.
Segundo o Globo, o principal desafio do grupo de transição será estabelecer um canal de diálogo com os quadros técnicos do governo do presidente Michel Temer para analisar os dados da máquina federal. Em um rápido pronunciamento à imprensa nesta segunda, na frente do Centro Cultural Banco do Brasil, a sede da transição em Brasília, Lorenzoni anunciou que o gabinete trabalhará dividido em dez grupos temáticos.
A primeira semana após a eleição foi marcada por idas e vindas em pautas legislativas, desafio da equipe de Bolsonaro, que também será discutido pelos técnicos na transição.
Com salários de R$ 2,5 mil a R$ 16,5 mil, a equipe de transição nomeada tem sete militares — dois do Exército, três da Aeronáutica e dois bombeiros militares — e, pelo menos, seis economistas, além de assessores e conselheiros de Lorenzoni.

