Os empresários Paulo Aparecido Roque e Luís Fernando de Melo são acusados de manter um esquema de armazenagem de cargas roubadas que, de acordo com a polícia, funcionava como uma espécie de entreposto comercial do crime. Por mês, passariam pelo local em média 30 caminhões roubados, principalmente, nas Rodovias Anhanguera e Bandeirantes.
Entre os produtos recuperados, estão materiais de limpeza, pneus de trator, óleo lubrificante, azeite e até presunto em pasta. Segundo a investigação, a mercadoria passava pelo local - onde funcionavam uma empresa de hortifrutigranjeiros e outra de reparo de caminhões, recebia notas fiscais e era vendida a preço abaixo do valor de mercado.


