No vídeo compartilhado nas redes sociais é possível ouvir as vozes de três pessoas. O homem que cobra o PGR chega a ser questionado por um outro que acompanha o chefe do Ministério Público Federal. Em seguida, é possível ouvir a pessoa que questiona o PGR dizer: "é funcionário público". Em nenhum momento do vídeo, Aras responde os comentários
"Vamos investigar lá? Bolsolão do MEC. Vamos investigar pastor fazendo reunião. Vamos investigar lá o Bolsonaro gastando milhões em Viagra do Exército. Cadê a investigação, procurador? Aqui em Paris não tem nada pra encontrar não, pode deixar que eles procuram. Tem que procurar lá em Brasília, procurador. Tudo por uma vaguinha no STF, né? Tudo por uma vaguinha", provoca.
Procurada pela reportagem do Estadão , a PGR não se manifestou até o momento sobre o vídeo. O órgão informou que Aras está em férias regulares e que não são passadas mais informações por 'questões de segurança'.

