"Não sei como foi feita avaliação pelo governo e liberado", disse ainda a ministra, acrescentando ainda considerar a liberação de tais plataformas "abuso de um ser humano pelo outro, principalmente pegado os mais vulneráveis do ponto de vista econômico e de prazer".
Durante a entrevista, Cármen Lúcia ainda que o abuso de plataformas digitais e redes sociais nem sempre é feito pelo candidato.
"Acho que precisa de um alerta permanente para demonstrar o impacto disso no processo eleitoral e, portanto, político", justificou a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), ressaltando a importância de aperfeiçoar critérios frente ao uso de tecnologia.



