Braga Netto deixou a Defesa no último dia 31 para ficar autorizado, pelos prazos definidos pela lei eleitoral, a ser o vice de Bolsonaro na disputa pela reeleição. Hoje, o general é o nome mais cotado para o posto. Três meses antes do primeiro turno, em 2 de julho, deverá também ser exonerado da assessoria no Planalto.
Na prática, a declaração de Bolsonaro expõe o que se comenta nos corredores da sede do Executivo: Braga Netto deixou a Esplanada para cumprir a lei eleitoral, mas segue com o status de "ministro informal" para aconselhar o presidente.


