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Vizinho se irrita com 'louvor' e mata borracheiro a facadas na Cidade Nova

Vizinho se irrita com 'louvor' e mata borracheiro a facadas na Cidade Nova
Vizinho se irrita com 'louvor' e mata borracheiro a facadas na Cidade Nova

Manaus/AM - Sidney da Silva Pereira, 31, foi assassinado a facadas por um vizinho, filho do dono de uma churrascaria, nessa quinta-feira (25), na frente da própria borracharia, localizada na Av. Camapuã, no bairro Cidade Nova, na zona norte.

Segundo a família, a motivação do crime foi a irritação do suspeito Diogo Marcel Dill, conhecido como "Gauchinho", com uma música gospel que Sidney estava  ouvindo no seu estabelecimento.

Caixa de som da vítima - Foto: Neto Silva/Portal do Holanda O desentendimento entre as vítimas começou ainda na manhã de terça-feira (24), véspera de Natal. Na ocaisão, a vítima, que morava no mesmo local onde funcionava sua borracharia, teria colocado um louvor na intenção de "abençoar sua casa". Mãe de Sidney - Foto: Neto Silva/Portal do Holanda

Enquanto ouvia a canção, o suspeito, que era amigo da família, invadiu o local e ordenou que Sidney desligasse o som, pois ele não queria ouvir falar de Deus e estava incomodado com a canção.

"Eu ouvo ele mandando ele desligar a música porque ele não era obrigado a ouvir aquela porcaria", diz a mãe de Sidney, Rosilda Maria, 53 anos.

Polícia no local - Foto: Neto Silva/Portal do Holanda Nesse momento, ele foi atacado por "Gauchinho" e levou ao menos quatro facadas. O crime foi testemunhado pela esposa de Sidney, Daphny da Silva Guedes, 24, que ainda tentou intervir, mas foi xingada pelo acusado. Outros vizinhos também assistiram ao homicídio e ajudaram a socorrer a vítima.

Restaurante da família do suspeito- Foto: Neto Silva/Portal do Holanda O borracheiro foi levado para o hospital, passou por cirurgia, mas sofreu complicações no pós-operatório e acabou morrendo. A polícia esteve na cena do crime na manhã desta sexta-feira (26) e fez a coleta de provas para fundamentar o caso.

Até o momento, não há informações sobre a prisão de Gauchinho, mas o restaurante da família manteve as portas fechadas e nem o suspeito, nem familiares foram mais vistos desde o momento do homicídio.
 

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