A mãe e o padrasto do menino Henry Borel vão participar de uma reprodução simulada da morte da criança na tarde desta quinta-feira (1°). Monique Medeiros da Costa Almeida e o vereador Dr. Jairinho estavam dentro do apartamento quando a criança morreu.
Segundo o G1 Rio de Janeiro, o casal vai ter que explicar para os peritos do Instituto Médico Legal (IML), do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICC) e para os investigadores da delegacia da Barra, que investigam o caso, o que ocorreu naquela noite.
Na reprodução simulada desta quinta-feira será usado um boneco, que normalmente é utilizado pelo Corpo de Bombeiros durante treinamento, com as mesmas características do menino.
Nesta terça (30), a polícia também informou que vai usar um programa para tentar recuperar dados e acessar mensagens que foram apagadas dos celulares da mãe e do padrasto de Henry.
Os investigadores da 16ª DP (Barra da Tijuca) já ouviram depoimentos de 16 pessoas sobre o caso. Ao todo, 11 celulares foram apreendidos – são aparelhos de Jairinho, Monique e Leniel (pai do menino).Todos os telefones vão ser periciados.


