Uma mulher foi presa pela Polícia Federal, na manhã de hoje (2), por suspeita de liderar uma rede de prostituição em São Paulo. Na ocasião, a PF resgatou 22 vítimas que eram mantidas em um cativeiro.
Conforme a polícia, a maioridade das vítimas eram mulheres transsexuais que eram ameaçadas para serem exploradas sexualmente. O grupo ficava preso em um alojamento e era vigiado constantemente.
A operação de resgate ocorreu por meio da Operação Tauéma que foi deflagrada após o Ministérios dos Povos Indígenas receber informações sobre a rede de aliciamento de pessoas e acionar a PF.
No decorrer da apuração, os agentes descobriram que a organização criminosa conta com agenciadores, recrutadores e outras pessoas que faziam a vigilância no alojamento.
Eles se utilizavam de fraudes e ameaças para obrigar as vítimas a obedecerem suas ordens e se prostituírem. As investigações devem continuar para identificar outros envolvidos no crime.



