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PC prende suspeito que usava jogo 'Free Fire' para abusar de criança no Amazonas

PC prende suspeito que usava jogo 'Free Fire' para abusar de criança no Amazonas
PC prende suspeito que usava jogo 'Free Fire' para abusar de criança no Amazonas

Japurá/AM – A Polícia Civil prendeu um jovem de 18 anos na tarde desta terça-feira (7). O indivíduo é investigado por estupro de vulnerável contra uma criança de nove anos, além de armazenamento de pornografia infantil e injúria racial. A prisão contou com o apoio da Guarda Civil Municipal (GCM).

De acordo com o delegado Jandervan Rocha, o suspeito utilizava a popularidade do jogo online 'Free Fire' para se aproximar das vítimas, enviando conteúdos sexuais e mensagens racistas.

As diligências tiveram início após o Conselho Tutelar acionar a PC-AM. O caso veio à tona quando a mãe da criança vítima encontrou conversas suspeitas no celular do filho.

“Ao verificar o aparelho celular, ela encontrou diversas mensagens de texto e áudio com conteúdo sexual, além de ofensas racistas contra seu filho,” detalhou o delegado Rocha.

O delegado explicou que o suspeito se aproximava das vítimas em campos de futebol, ganhando a confiança de crianças e adolescentes com a promessa de formar equipes para o jogo 'Free Fire'.

“Ele utilizava o jogo de celular ‘Free Fire’, muito popular entre crianças e adolescentes. Ele obtinha o contato das crianças para, supostamente, formar equipes e, a partir disso, praticava os crimes enviando mensagens a elas”, relatou Jandervan Rocha.

Durante uma escuta especializada, a criança vítima relatou que o suspeito chegou a mostrar fotos de um vizinho de oito anos, e ainda informou ter abusado sexualmente do próprio enteado, que possui a mesma idade.

Diante das evidências, a Polícia Civil representou à Justiça pela prisão preventiva do suspeito, que foi prontamente decretada. Ele foi localizado e detido pela polícia.

O indivíduo responderá pelos crimes de estupro de vulnerável, armazenamento de pornografia infantil e injúria racial. Ele passará por audiência de custódia e permanecerá à disposição da Justiça. O caso segue sob investigação para apurar a extensão total dos fatos e identificar outras possíveis vítimas.

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