O executivo brasileiro, Carlos Ghosn, presidente da Nissan no Japão, será demitido da empresa após acusações de que estaria usando verba institucional para cobrir despesas pessoais, além de tentar enganar o governo fraudando dados de sua renda.
A denúncia veio a público nessa segunda-feira (19), depois que o executivo foi preso em Tóquio. Segundo autoridades locais, Ghosn está envolvido com uma série de delitos financeiros e práticas cambiais impróprias, juntamente com Greg Kelly, também diretor da fabricante.
Carlos era atualmente, presidente do Conselho de Administração da Nissan, e estava há mais de 16 anos na mesma, ele é conhecido como o executivo que salvou a fabricante da falência e ganhava por ano mais 9,2 milhões de euros.
