Manaus/AM - A Polícia Civil descartou a possibilidade de homicídio no caso de Erima Brito Tavares, 26, que morreu ao cair do quarto andar de um prédio no fosso de um elevador no último sábado (1º).
Conforme o delegado titular do 12ª Distrito Integrado de Polícia (DIP), Henrique Brasil, a principal linha de investigação é que de fato a mulher tenha se desequilibrado e caído acidentalmente. Erima era funcionária de um curso preparatório para concursos, situado na rua Belo Horizonte, no bairro de Adrianópolis.
O delegado explicou que ouviu as testemunhas e os funcionários do cursinho no 12º DIP e que a versão em todos os casos foi a mesma. Além disso, a dinâmica dos fatos também foi esclarecida através do sistema de vigilância da empresa.
Segundo o delegado, Erima teria ingerido bebida alcoólica na companhia de colegas quando voltou ao prédio e foi para o quarto andar do prédio, que estava interditado passando por manutenção e era proibido para funcionários e alunos. Erima teria ingerido ao menos 6 litros de bebida alcoólica com os amigos e depois voltou para o local de trabalho junto com outro colega. Os dois foram para o quarto andar, que estava interditado, visto que ela tinha um relacionamento amoroso com esse colega.
De acordo com a polícia, antes da queda, outro funcionário teria ido procurar a vítima para terminar seu serviço na empresa, foi quando a mesma saiu correndo e se escondeu no fosso quando se desequilibrou, batendo as costas na parte superior do elevador, em seguida, projetada para lateral e final do fosso. Enquanto o rapaz, se escondeu no telhado.
A Polícia Civil afirmou que continuará apurando o caso, ouvindo os proprietários do estabelecimento e requisitando outras imagens de vigilância do local para concluir as investigações. Os investigadores aguardarão o laudo pericial para fechar os procedimentos com possibilidade de acidente.

