A Justiça decretou nesta quinta-feia (29) a prisão preventiva de seis suspeitos de envolvimento na morte do jogador Daniel. Eles estavam detidos de forma temporária.
Segundo o G1 Paraná, na segunda-feira (26), o Ministério Público do Paraná (MP-PR) havia pedido para que a prisão temporária deles, que era válida por 30 dias, fosse transformada em preventiva.
Daniel foi encontrado morto em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, no dia 27 de outubro. O órgão sexual dele foi mutilado.
Na conversão das prisões, a juiza Luciani Regina Martins de Paula, da 1ª Vara Criminal de São José dos Pinhais, afirmou que, em liberdade, os réus poderiam interferir no processo, alterando provas ou induzindo testemunhas. A juiza também destacou a gravidade do crime.
O empresário Edison Brittes Júnior confessou ter matado Daniel. Brittes alegou que o jogador tentou estuprar Cristiana Brittes, esposa do empresário. Contudo, o delegado Amadeu Trevisan, responsáve pela investigação, afirmou que não houve tentativa de estupro.
Veja quem são os réus e os crimes imputados a eles
Edison Brittes Júnior – homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, corrupção de menor, fraude processual e coação no curso do processo;
Cristiana Brittes – homicídio qualificado por motivo torpe, coação do curso de processo, fraude processual e corrupção de menor;
Allana Brittes – coação no curso do processo, fraude processual e corrupção de menor;
Eduardo da Silva – homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual e corrupção de menor;
Ygor King – homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual e corrupção de menor;
David Willian da Silva – homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual, corrupção de menor e denunciação caluniosa;
Evellyn Brisola Perusso - denunciação caluniosa e falso testemunho.

