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Justiça quer conversas de celular da servidora do TRT Silvanilde Veiga; aparelho sumiu

Justiça quer conversas de celular da servidora do TRT Silvanilde Veiga; aparelho sumiu
Justiça quer conversas de celular da servidora do TRT Silvanilde Veiga; aparelho sumiu

Manaus/AM - O caso do assassinato da servidora do TRT-11 Silvanilde Veiga tem um novo desdobramento, isso porque, o juiz Anésio Rocha Pinheiro, da 9ª Vara Criminal de Manaus, determinou que as operadoras de telefonia forneçam detalhes sobre números registrados em nome da funcionária pública, incluindo relatórios de chamadas e mensagens trocadas no período relevante.

O dispositivo emitiu um alerta de emergência no momento do crime, 21 de maio de 2022, e a mensagem de socorro foi recebida por Stephanie Veiga de Miranda, filha da servidora no entanto, permanece desaparecido.

Este desdobramento surge após a quebra do sigilo telefônico, solicitado pela defesa de Caio Claudino de Souza, de 26 anos, acusado de latrocínio contra Silvanilde. O réu estava no condomínio da vítima, na Ponta Negra, Zona Oeste de Manaus, no dia do incidente.

O advogado Sérgio Samarone busca acesso aos registros das operadoras, destacando a importância dessas informações para determinar se o celular esteve com Caio após o crime, conforme alegações da polícia e do Ministério Público do Amazonas.

Além disso, Samarone levanta questionamentos sobre a conduta da filha da vítima, apontando para a suposta omissão de informações cruciais que poderiam ter levado à prisão imediata do suspeito.

“A defesa bate justamente em cima disso, por ela não ter pego a informação que ela tinha e que poderia naquele momento ali já fazer, de imediato, a segregação cautelar, a prisão daquela pessoa, e ela não não passou isso. Ela suprimiu, ela escondeu a informação”, completou o advogado.

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