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Depois da morte de sargento, juiz revoga condicional de apenado que deixou presídio para matar

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A quadrilha que participou do assalto e morte do segurança do candidato do PMN, Antônio Chico Preto, o sargento da Polícia Militar José Cláudio Marques da Silva, 46, o “Caju” , era toda composta por presidiários que  haviam conquistado liberdade provisória. Um deles,  Jhonatan Paiva da Costa, que pilotava a moto na hora do assassinato do Caju, Estava solto em razão de arbitramento de fiança. Jhonatan foi solto por decisão do juiz  Henrique Veiga Lima em  16 de julho deste ano, apesar de parecer contrário do Ministério Público. Em  28 de agosto, seis dias antes do assassinato do sargento, o juiz  Henrique Veiga foi comunicado pelo assessor de Inteligência da Secretaria do Interior e Justiça, Pedro Florêncio Filho, de que o acusado não vinha cumprindo normas estabelecidas parsa manutenção de sua liberdade, mas o juiz só decidiu revogar a medida restritiva no dia  9 de setembro, portnato ontem,sete dias depois do acusado se envolver no assassinato do sargento.  Marcelo Blanco da Silva, 26, e Frank Rodrigues Rocha , tambem soltos pela justiça, foram mortos em tiroteio com a polícia.

JUIZ FOI ALERTADO EM 28 DE AGOSTO

A DECISÃO DE CONCEDER LIBERDADE  A ACUSADO DE PARTICIPAR  DA EXECUÇÃPO E SARGENTO

O PARECER CONTRÁRIO DO MINISTÉRIO PÚBLICO:

 

 

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