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Condenado a 65 anos de prisão, integrante do PCC é morto a tiros de fuzil

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Condenado a 65 anos de prisão, integrante do PCC é morto a tiros de fuzil
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Conhecido pela polícia e pela promotoria paulista como um dos grandes ladrões de banco da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), Cláudio Roberto Ferreira, o Galo, 38, foi morto a tiros na noite desta segunda-feira (23), na zona leste de São Paulo.

Segundo o UOL, ele foi vítima de uma emboscada no Tatuapé, na zona leste da capital, quando o Audi blindado que ele dirigia recebeu cerca de 70 tiros. Ele foi atingido na cabeça, nos braços e nas pernas. Dentro do carro havia R$ 73 mil, segundo a Polícia Civil. Foi levado ao hospital municipal do bairro em estado gravíssimo, mas não resistiu aos ferimentos.

Conforme a Polícia Civil, Galo tinha acabado de estacionar o carro na rua Coelho Lisboa. Os suspeitos chegaram em dois carros, desembarcaram e dispararam vários tiros de fuzil. O caso é investigado pelo DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa) e ainda não se sabe a motivação para o crime.

Este é o terceiro integrante do PCC morto durante emboscada no Tatuapé neste ano. Os dois primeiros, em fevereiro, foram Wagner Ferreira da Silva, 32, em frente a um hotel, e Eduardo Ferreira da Silva, 40, morto em um carro de luxo a duas quadras de onde Galo foi assassinado nesta segunda.

Cláudio Ferreira estava foragido da Justiça, segundo o Banco Nacional de Mandados de Prisão. Em 2008, ele participou de uma perseguição policial que terminou com três pessoas mortas e 11 feridos. Pela ação, a Justiça o condenou a 65 anos, um mês e 15 dias de prisão em regime fechado, em segunda instância, sob a acusação de latrocínio, roubo e organização criminosa.

 

 

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