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Carta encontrada sobre corpo de assassinado no Hiléia foi para despistar polícia

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Carta encontrada sobre corpo de assassinado no Hiléia foi para despistar polícia
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Manaus/AM - A polícia apresentou na manhã dessa quarta-feira (22) o garçom Júlio César Ferreira e Silva, 22, conhecido como “Tumpex”, e do vendedor ambulante João Victor Andrade Ferreira da Silva, 19, o “Banana”. Eles são suspeitos do latrocínio de Vinicius Garcia de Siqueira ocorrido no último dia 3 de novembro no Conjunto Hiléia, bairro Redenção, Zona Centro-Oeste.

Segundo o delegado Juan Valério, os suspeitos eram conhecidos da vítima e costumavam beber juntos e jogar videogame na casa dela. A ideia do roubo teria partido de João Victor que queria dinheiro para ir uma festa rave. De acordo com ele, a intenção não era matar Siqueira, mas apenas dopá-lo, enquanto eles roubavam os objetos de valor na casa.

A princípio, João chamou Júlio e um outro amigo para participar do crime, mas o terceiro não teria aceito e Victor decidiu então substituí-lo por Marcos. No dia marcado, todos se reuniram para jogar videogame no local e aproveitaram o momento em que o técnico de informática foi a banheiro para colocar o remédio na bebida dele. A substância não fez efeito, então ele repetiram a ação e colocaram novamente a droga no copo.

Depois que Vinicius dormiu eles começaram a vasculhar a casa e roubar os pertences, mas a vítima acordou. João e Marcos tentaram aplicar um golpe conhecido como mata-leão no técnico, mas não conseguiram desmaiá-lo. Marcos pegou um cinto e tentou esganá-lo, mas como o objeto quebrou, eles acabaram enforcando o homem com fios de computadores.

Em depoimento Victor tenta se eximir da culpa e diz que foi Marcos quem teve a ideia de assassinar Vinicius, confira:

Após o roubo eles deixaram o local e Marcos ficou com a chave, a saída deles foi registrada por imagens de câmera de casas vizinhas e ajudaram a polícia a identificar os suspeitos. Sem saber que estava sendo gravado, no dia seguinte Marcos voltou a local e colocou um bilhete em cima do corpo com a frase: “Estuprador no sal”. A intenção era de despistar a polícia, mas o plano não deu certo. João acabou capturado, Júlio se entregou e apenas Marcos continua foragido.

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