Ezenilson Silva de Sousa permaneceu por cerca de duas horas dentro da residência onde matou três pessoas a golpes de martelo, antes de deixar o local com um cofre contendo cerca de R$ 900 e três celulares das vítimas. Ele descartou a arma do crime e dois dos aparelhos em um igarapé próximo, por medo de ser rastreado, mas guardou o terceiro celular, posteriormente recuperado pela polícia.
Questionado sobre por que não tentou fugir depois do crime, mesmo sabendo que seria identificado, o suspeito disse à polícia que não quis abandonar o filho, que tem transtorno do espectro autista. Segundo o delegado, essa foi uma das poucas explicações dadas de forma espontânea durante o depoimento.
A vítima sobrevivente, Dilma Cilene Sampaio, segue internada em estado grave. A expectativa da polícia é que, assim que ela se recuperar, seu depoimento reforce ainda mais o inquérito, já considerado robusto pelos investigadores.




Aviso