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Advogado orienta mãe e padrasto de Henry a não comparecer em reconstituição

Advogado orienta mãe e padrasto de Henry a não comparecer em reconstituição
Advogado orienta mãe e padrasto de Henry a não comparecer em reconstituição

A polícia confirmou que a reprodução simulada do dia da morte do menino Henry Borel será feita na tarde desta quinta-feira (1º), no apartamento onde a criança estava com a mãe, Monique Medeiros, e o padrasto, o vereador Dr. Jairinho, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.

Segundo o G1 Rio de Janeiro, os advogados de defesa do casal entraram com um pedido de adiamento da reprodução simulada (reconstituição), que já estava prevista para 14h desta desta quinta-feira (30).

O advogado de defesa do casal, André França Barreto, disse que o delegado se mostrou "intransigente" com o pedido de adiamento da reprodução simulada e que orientou Monique e Jairinho a não comparecerem nesta tarde.

"Pedimos para que fosse adiada para a próxima terça-feira, mas ele, sem uma motivação razoável, indeferiu. Acho que isso prejudica a própria investigação. Estou orientando meus clientes a não comparecer", disse o advogado em entrevista ao G1. 

A principal alegação da defesa é de que Monique está em “grave estado de depressão”. Por esta razão, o advogado pediu que uma nova data fosse marcada para depois do dia 12 de abril.

A Polícia Civil marcou a reprodução simulada e intimou o casal na tarde de terça-feira (30). No mandado constava uma advertência de que, caso os dois “não compareçam no dia, local e horário determinados, incorrerão no crime de desobediência”.

Na petição, o advogado André França Barreto explicou que “não há tempo hábil para o assistente técnico dos requerentes preparar os quesitos e a participação no ato, essenciais à defesa”.

 

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