Assembleia reage a ofensas de filho de delegado a deputado

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29/03/2012 14h24 — em Amazonas

O deputado estadual Marcos Rotta (PMDB) afirmou nesta quinta-feira (29) que o filho do delegado-geral, Mário César Numes, Caio Nunes, não tinha o direito de atacar um deputado estadual com palavras de baixo calão como o fez no Facebook. O alvo foi Luiz Castro (PPS).

“Já defendi colegas parlamentares no passado e o faço hoje, porque não posso deixar que a imagem de um deputado seja atacada e vilipendiada por quem quer que seja, principalmente por agentes públicos que devem agir com educação e nunca com truculência”, disse, ao explicar que na quarta-feira (28) conversou com o governador Omar Aziz (PSD)   sobre o assunto


Segundo Rotta, todos que o conhecem sabem de seus posicionamentos em defesa do Parlamento e de todos os seus componentes.

 

“Sou amigo do governador Omar e do vice, José Mello, e tenho a certeza de que eles jamais dariam seu aval para que agentes públicos maltratassem quem quer que seja”, disse ele.

Na avaliação de Rotta, embora faça parte do bloco de sustentação do governo, isso não quer dizer que não tenha seus posicionamentos próprios. “Eu tenho e os expus ao próprio delegado-geral, Mário César, ao governador Omar e ao vice José Mello, uma vez que propugno pela integração dos delegados concursados nos quadros da Polícia Civil do Estado, que entraram com liminar na justiça para terem seus direitos assegurados”. <BR><BR>
Segundo Medeiros, o dever de todo parlamentar da bancada de situação é o de avisar o governador sobre todos os problemas que estiverem ocorrendo, mesmo que não sejam do agrado do governo. “Nesse caso, não se pode permitir que uma liminar judicial seja descumprida, principalmente partindo de pessoas concursadas”, garantiu Rotta.  

Marcos Rotta contou que o governador Omar Aziz determinou ao Chefe da Casa Civil, Raul Zaidan, a realização de um estudo técnico sobre o concurso dos delegados e, ao secretário de Fazenda, Isper Abrahim, um levantamento técnico-financeiro a respeito da Lei de Responsabilidade Fiscal, para que os delgados possam ser aproveitados de acordo com a disponibilidade financeira do governo. 
 

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