NOVA YORK – O hospital de Nova York onde um ex-médico abriu fogo contra colegas, matando uma médica e ferindo outros seis na sexta-feora, informou neste sábado que a saúde das vítimas está melhorando. Segundo o vice-presidente do Hospital Libanês do Bronx, Errol C. Schneer, três dos pacientes que estavam em condição “muito crítica” tiveram seu estado melhorado para “estável”.
Uma quarta vítima, no entanto, continua em estado crítico. Já o quinto e sexto pacientes permanecem estáveis, sendo que um deles será transferido para outro hospital para ser submetido a uma cirurgia especializada.
Identificado como o atirador, Henry Bello guardava rancor da instituição e dos colegas depois de ser forçado a pedir demissão do hospital há cerca de dois anos em meio a acusações de assédio sexual. Ele entrou no prédio com um fuzil de assalto escondido sob o jaleco. Depois de atirar nos colegas, Bello se matou.
O jornal “Daily News”, de Nova York, relatou ter recebido uma mensagem de Bello aproximadamente duas horas antes do ataque. No e-mail, Bello culpava um colega e o hospital por impedi-lo de exercer a medicina e pela sua saída de lá há dois anos.
A polícia ainda tenta entender o que levou Bello a realizar o ataque tanto tempo depois de sua demissão. Os agentes também investigam se ele estava atrás de alguém em particular quando abriu fogo no departamento onde trabalhava, no 16º andar do prédio.

