Do montante total, cerca de 300 milhões de libras dizem respeito a kits militares, como sistemas de radar anti-bateria para atingir artilharia russa, equipamentos de interferência de GPS e dispositivos de visão noturna. Os equipamentos foram prometidos pelo primeiro-ministro da Inglaterra, Boris Johnson, no início desta semana. O novo apoio se soma aos valores anteriores de cerca de 1,5 bilhão de libras, que incluíam 400 milhões em ajuda humanitária e garantias de empréstimos de 700 milhões do Banco Mundial.
Hoje, a notícia vem após a vice-primeira-ministra da Ucrânia, Iryna Vereshchuk, informar que todas as mulheres, crianças e idosos conseguiram deixar a siderúrgica de Azovstal, na cidade sitiada de Mariupol, cumprindo o anunciado por Zelensky. Apesar da evacuação dos civis, o complexo segue com soldados presos, em meio a reiterados ataques russos. Enquanto isso, cidades em toda a Ucrânia se preparam para um aumento de ofensivas antes de a Rússia comemorar seu tradicional dia de vitória na segunda-feira.
Armas britânicas e apoio do G7
Boris Johnson sediará uma reunião de empresas de armas no final deste mês para discutir o aumento da produção no setor, em resposta à demanda criada pelo conflito na Ucrânia. A indústria de armas do país tende a se beneficiar da mudança global da dependência de equipamentos da Rússia sancionada por Vladimir Putin, afirmaram autoridades britânicas.
A reunião virtual de domingo dos líderes do G7 também pode considerar sanções adicionais à Rússia. O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, também prometeu um pacote que inclui projéteis de artilharia, radares e outros equipamentos militares. A Casa Branca vê a reunião como uma forma de mostrar a unidade ocidental na véspera do desfile do dia da vitória de Moscou em 9 de maio. (Com agências internacionais)




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