Suspeitos de participarem do assassinato do presidente do Haiti, Jovenel Moise, foram mortos pela polícia nessa quarta-feira (7), e outros dois foram detidos. A informação foi confirmada pelo embaixador do Haiti nos Estados Unidos, Bocchit Edmond.
Segundo autoridades, o suspeitos eram estrangeiros. O presidente Moise foi morto durante um ataque a sua residência privada. A primeira-dama do Haiti, Martine Moise, foi baleada no ataque e levada, em estado crítico, para um hospital em Miami.
A morte de Moise tem lugar num contexto de extrema violência na capital haitiana, Porto Príncipe, que também ceifou a vida de muitos cidadãos e escalou notavelmente em junho.
O primeiro-ministro interino, Claude Joseph, que declarou o estado de sítio no país, descreveu o assassinato como um "ato hediondo, desumano e bárbaro" e suplicou aos cidadãos que se mantivessem calmos.
A polícia não identificou publicamente os suspeitos de agressores e pouco se sabe sobre a motivação do assassinato.


