Uma transmissão, feita pela mídia estatal da Rússia, exibiu nesta quinta-feira (6), uma operação policial que teria ocorrido, supostamente, na casa e no escritório de Yevgeny Prigozhin, líder do Grupo Wagner, em São Petersburgo.
A gravação mostra um arsenal de guerra, caixas de dinheiro (russo e dólar), barras de ouro, passaportes e uma coleção de perucas na mansão de Prigozhin.
Um helicóptero, uma coleção de marretas (usadas na tortura de “traidores”) e até uma sala médica equipada com o que há de mais moderno, também foram achadas no local.
As imagens teriam sido registradas no dia 24 de junho, segundo a agência de notícias Fontanka. A operação teria acontecido após o presidente de Belarus, Alexander Lukashenko, ter anunciado que o líder do grupo mercenário está em solo russo.
A estadia de Prigozhin no país há cerca de duas semanas faz parte de um acordo firmado entre o mercenário e o governo russo após o fim do motim liderado por Prigozhin.
Até então, o Kremlin afirmava que o líder do Grupo Wagner estava exilado em Belarus. Alexander, porém, garantiu nesta manhã, que o mercenário está em São Petersburgo.

