Para o representante do Brasil Ronaldo Costa Filho, o Comitê vem conseguindo evitar que atores não estatais consigam acesso à armas nucleares, químicas e biológicas. Segundo ele, é necessário se adaptar aos desafios futuros no tema. Ainda assim, o diplomata afirmou que a "forma mais efetiva de combater proliferação de armas de destruição em massa é o desarmamento", e visou a eliminação irreversível de equipamentos.
No geral, os outros países apoiaram a resolução 2622, que foi aprovada em fevereiro por unanimidade e se comprometeram com a não proliferação de armas de destruição em massa. Outro ponto destacado foi a necessidade de prevenir grupos terroristas de terem acesso aos equipamentos.
