De acordo com o New York Times, a sentença se refere a um esquema envolvendo o uso indevido de fundos do Parlamento Europeu entre 2004 e 2016, quando Le Pen teria utilizado dinheiro destinado a assistentes parlamentares para financiar atividades do seu partido, o Rassemblement National. Ela foi acusada junto com mais vinte figuras importantes de sua legenda.
Ainda cabe recurso da sentença de prisão, mas sua inelegibilidade tem efeito imediato. Le Pen, que deixou o tribunal antes do fim da leitura da sentença, negou as irregularidades e afirmou que o julgamento foi uma tentativa política de impedi-la de disputar futuras eleições. Seu protegido, Jordan Bardella, classificou a decisão como um ataque à democracia francesa.



