Uma criança de 7 anos apresentava "linhas" no pé, que causavam coceira, e acabou descobrindo que se tratava de larvas vivas de ancilóstomos (os mesmos que causam a ancilostomíase, ou amarelão). O caso ocorreu na Namíbia e foi divulgado na revista científica Scientific Research.
Os médicos acreditam que o menino passou muito tempo descalço brincando na areia, onde animais domésticos faziam suas necessidades, e estes podem carregar ovos de ancilostomídeos.
Após o contato, as larvas conseguem penetrar em qualquer região do corpo. "Essas larvas podem viver por semanas ou meses antes de morrerem naturalmente", aponta o estudo.

