O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou nesta temporada um plano de investimento de 350 bilhões de shekels (cerca de US$ 94,6 bilhões) no orçamento de defesa para a próxima década. O foco central, segundo o ministro, é assegurar a independência absoluta e a superioridade aérea do país, reduzindo a dependência de fornecedores estrangeiros por meio da fabricação nacional de munições e armamentos.
Em vídeo divulgado no X, o premiê destacou a aquisição de novos esquadrões de caças F-35 e F-15IA, além de um projeto prioritário para neutralizar a ameaça de drones. O plano estratégico inclui o desenvolvimento de um projeto prioritário para neutralizar a ameaça de drones, que já apresentou relatórios de progresso nesta temporada.
O anúncio de expansão bélica ocorre sob pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que solicitou a Israel a realização de ataques apenas "cirúrgicos" no Líbano para evitar um conflito total. Apesar do apelo por cautela, operações israelenses no sul libanês resultaram na morte de pelo menos sete pessoas nesse último sábado e na demolição de estruturas civis - ação que o exército justificou como resposta ao uso do espaço pelo Hezbollah.



